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	<title>webliterista</title>
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	<pubDate>Thu, 03 Jan 2008 06:35:55 +0000</pubDate>
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		<title>Ostracismo</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Jan 2008 06:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monstra</dc:creator>
		
	<category>Eu</category>
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		<description><![CDATA[	Estou dando um tempo nesse espaço. Não sei ao certo o que está por vir quanto às novas atuações na blogosfera, mas por enquanto estou fazendo um silêncio que é necessário. 2007 foi corrido e profícuo de mudanças. Tenho um mestrado pela frente neste novíssimo 2008, entre outros planos e vontades. Gosto de escrever quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Estou dando um tempo nesse espaço. Não sei ao certo o que está por vir quanto às novas atuações na blogosfera, mas por enquanto estou fazendo um silêncio que é necessário. 2007 foi corrido e profícuo de mudanças. Tenho um mestrado pela frente neste novíssimo 2008, entre outros planos e vontades. Gosto de escrever quando tenho algumas certezas ou quando tenho dúvidas muito profundas. O meio termo me é estranho e em meses como janeiro e fevereiro tudo é meio termo, meio turno, meia boca, embora Porto Alegre fique tão convidativa. Se fosse mais ativa fisicamente, aproveitaria esse tempo e iria re-conhecer a cidade. Mas não sei se consigo o quanto quero. Já me programei tantas vezes&#8230; Então, me darei o que pode-se chamar de férias, tempo, intervalo, daqui. A monstra precisa. Continuo postando no Flickr e no Fotolog. Aguardem maiores notícias por aqui, talvez. No mais, minhas letras repousam por enquanto. Não me sinto uma escritora ao mesmo nível de, mas como escrevo, cito-a com uma certa propriedade teimosa.</p>
	<p>&#8220;Escritor é escritor sempre, até quando não<br />
escreve&#8221;. Clarice Lispector</p>
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		<title>Sarau Elétrico</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 10:12:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monstra</dc:creator>
		
	<category>Informação</category>
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		<description><![CDATA[	O Sarau Elétrico de hoje promete. Em ritmo de Feira do Livro, o encontro reúne Cláudio Moreno, o da fina ironia; Cláudia Tajes, a dos livros de pequenas verdades; Altair Martins, o pequeno grande contista; e Fabrício Carpinejar, o poeta das respirações; além do Fischer, ótimo professor, para debater a escrita enquanto ofício. Adoraria ir, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>O <a href="http://www.saraueletrico.com.br/">Sarau Elétrico</a> de hoje promete. Em ritmo de <a href="http://www.feiradolivro-poa.com.br/">Feira do Livro</a>, o encontro reúne Cláudio Moreno, o da fina ironia; Cláudia Tajes, a dos livros de pequenas verdades; Altair Martins, o pequeno grande contista; e Fabrício Carpinejar, o poeta das respirações; além do Fischer, ótimo professor, para debater a escrita enquanto ofício. Adoraria ir, mas minha vida social noturna está comprometida com o trabalho. Bem, fica a dica aqui para você. </p>
	<p>Quer saber mais?<br />
Assista o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=nEG89EG52fY">vídeo</a> sobre a profissionalização do escritor e o curso de formação na área da Unisinos.
</p>
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		<title>Das idealizações</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Nov 2007 10:10:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monstra</dc:creator>
		
	<category>Poesia</category>
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		<description><![CDATA[	Gostaria de conseguir fazer muitas coisas, olhar para fora e aceitar que a vida é um átimo de segundo entre o aqui e o agora
Direcionar os meus olhos às únicas coisas certeiras e  óbvias tal qual o amor, a alegria e o alento. O teu hálito.
A minha manhã em teus braços.
	Construo sonhos, construo pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Gostaria de conseguir fazer muitas coisas, olhar para fora e aceitar que a vida é um átimo de segundo entre o aqui e o agora<br />
Direcionar os meus olhos às únicas coisas certeiras e  óbvias tal qual o amor, a alegria e o alento. O teu hálito.<br />
A minha manhã em teus braços.</p>
	<p>Construo sonhos, construo pessoas e idealizo o que me rodeia<br />
Em um infinito de ideais e pressupostos que me levam ao teu lado<br />
Há dias em que esse excesso de querer e sentir me entorpecem, porque quero e simplesmente quero<br />
Não aceitando demais alternativas</p>
	<p>Quero menos tudo na medida em que nada deixa de chamar meus pensamentos para perto de ti<br />
Assim<br />
Desse jeito</p>
	<p>Sendo óbvia
</p>
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		<title>Ainda romântica</title>
		<link>http://monstra.blogsome.com/2007/11/01/ainda-romantica/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Nov 2007 03:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monstra</dc:creator>
		
	<category>Informação</category>
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		<description><![CDATA[	Isso é o que eu chamo de declaração de amor.
	Com vocês, Aviso Prévio (30/10/07).

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Isso é o que eu chamo de declaração de amor.</p>
	<p>Com vocês, <a href="http://www.fabriciocarpinejar.blogger.com.br/">Aviso Prévio (30/10/07)</a>.
</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Epifania</title>
		<link>http://monstra.blogsome.com/2007/10/29/epifania/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 14:26:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monstra</dc:creator>
		
	<category>Informação</category>
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		<description><![CDATA[	Não parei sábado. E participei de uma oficina literária sobre Clarice Lispector na Feira do Livro, com a Cíntia Moscovitch (achei que ela fosse mais jovem). A partir das informações do encontro, tive a certeza de que Lispector busca a essência e o transcendental das coisas em seus escritos. É deusa, não tem jeito.

&#8220;A harmonia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Não parei sábado. E participei de uma oficina literária sobre Clarice Lispector na Feira do Livro, com a Cíntia Moscovitch (achei que ela fosse mais jovem). A partir das informações do encontro, tive a certeza de que Lispector busca a essência e o transcendental das coisas em seus escritos. É deusa, não tem jeito.<br />
<em><br />
&#8220;A harmonia secreta da desarmonia: quero não o que está feito mas o que tortuosamente ainda se faz. Minhas desequilibradas palavras são o luxo de meu silêncio. Escrevo por acrobáticas aéreas piruetas - escrevo por profundamente querer falar. Embora escrever só esteja me dando a grande medida do silêncio.&#8221; (Água Viva)</em>
</p>
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		<title>Walk On The Wide Side</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Oct 2007 15:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monstra</dc:creator>
		
	<category>Eu</category>
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		<description><![CDATA[	É a fase. Eu vivo uma relação de amor e ódio com a rotina. Ao passo que planejar os dias da semana e organizar as tarefas é uma atitude sensata, me dá uma certa satisfação quebrar com essas expectativas e algumas vezes mandar tudo às favas, numa espécie de transgressão íntima tal qual tranvessura de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>É a fase. Eu vivo uma relação de amor e ódio com a rotina. Ao passo que planejar os dias da semana e organizar as tarefas é uma atitude sensata, me dá uma certa satisfação quebrar com essas expectativas e algumas vezes mandar tudo às favas, numa espécie de transgressão íntima tal qual tranvessura de criança.  Eu gosto de ver o plano, montar o esquema, mas efetivar a coisa é de uma tamanha chatice. </p>
	<p>Antes, organizava a semana toda previamente, agora passei a imaginar dia a dia. Tô vendo que ficar pensando muito no que vou fazer é a maior furada. Pensar um dia de cada vez me dá uma sensação de controle maior, menos limitação por mim mesma. Salvo aulas marcadas e compromissos oficiosos que envolvem terceiros. Daí não tem jeito, tem que marcar antes e cumprir horários. Até parece que fazemos apostas com nós mesmos numa ânsia de realizar o que a priori vai nos tornar melhor. Ao menos, acho que buscar o melhor deva ser o intuito da maioria das pessoas. O que também parece que não é verdade, dado os descaminhos facilmente corruptores da listinha de deveres e quem simplesmente opta por não ter qualquer vínculo com um vir a ser.  </p>
	<p>Os caminhos são diversos e tortuosos. Dar o passo certo pressupõe saber onde vai pisar e saber onde se pisa em demasia tira a graça da coisa. A sensação de que se está na via certa pode até ser mais latente para quem estrutura, organiza, analisa e faz a melhor escolha, mas não é garantidor de que de fato isso vá ter sido a escolha certa a longo prazo. Quebra-se os planejamentos semanais sem dispensar a coerência de fazer, movimentar e levar adiante o que se pretende. É, no momento to apostando na magia do previsível com intentos imprevisíveis necessários.
</p>
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		<title>Solta o freio de mão</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 23:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monstra</dc:creator>
		
	<category>Eu</category>
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		<description><![CDATA[	Sexta-feira é o melhor dia da semana. Isso não é novidade, eu sei. Mas vale o comentário porque a maneira com que o dia me põe feliz é implacável. Fico toda serelepe, ansiosa, fora do ritmo normal. Meu corpo vibra em outra sintonia. Os passos, ora largos ora curtos, brincam com as linhas do chão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Sexta-feira é o melhor dia da semana. Isso não é novidade, eu sei. Mas vale o comentário porque a maneira com que o dia me põe feliz é implacável. Fico toda serelepe, ansiosa, fora do ritmo normal. Meu corpo vibra em outra sintonia. Os passos, ora largos ora curtos, brincam com as linhas do chão como se quisessem dizer a todas as formigas que o dia é de alegria. Na sexta-feira eu não me importo se todos à minha volta estão com a cara fechada - o que em geral não acontece, pois justamente é sexta-feira -, assim como também não me interessa se farei algo especial. Um filme, um passeio ou uma leitura. Sexta-feira é a véspera bruta. As sextas-feiras são o puro extravazamento daquela ídéia de férias porvir, descompromisso com horário para começar e vontade de fazer o quê. Dá pra brincar com o tempo e deixar a preguiça se instalar a seguir, ou melhor, espantá-la com a projeção de que o dali a pouco não vai ser de definição formal e de modos de ter que agir. </p>
	<p>A sexta-feira é só seguir, pois vira e é sábado. O dia em que geralmente folgo. Aêêê.
</p>
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	</item>
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		<title>Seqüência</title>
		<link>http://monstra.blogsome.com/2007/10/16/sequencia/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Oct 2007 04:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monstra</dc:creator>
		
	<category>Poesia</category>
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		<description><![CDATA[	Arriscou-se toda
Quase se queimou
E não se importou
Queria aquilo
Como se fosse
o último
	Destino

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Arriscou-se toda<br />
Quase se queimou<br />
E não se importou<br />
Queria aquilo<br />
Como se fosse<br />
o último</p>
	<p>Destino
</p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Te joga!</title>
		<link>http://monstra.blogsome.com/2007/09/27/te-joga/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 14:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monstra</dc:creator>
		
	<category>Cinema</category>
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		<description><![CDATA[	Não dá pra reclamar que Porto Alegre não oferece nada legal para fazer mesmo. Ao menos, esta semana iniciam dois lances imperdíveis. O primeiro é o Festival de Poesia, que  já está lincado em posts passados. O segundo, começa sexta-feira e vai exibir filmes bemmmm inusitados e desconhecidos. 
	O III Fantaspoa, organizado pelo Jotapê [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Não dá pra reclamar que Porto Alegre não oferece nada legal para fazer mesmo. Ao menos, esta semana iniciam dois lances imperdíveis. O primeiro é o Festival de Poesia, que  já está lincado em posts passados. O segundo, começa sexta-feira e vai exibir filmes bemmmm inusitados e desconhecidos. </p>
	<p>O <a href="http://www.clubedecinema.com/fantaspoa/">III Fantaspoa</a>, organizado pelo Jotapê e sua trupe do Clube de Cinema, investiu numa programação diversificada realmente. Além de clássicos como Freaks  e A Queda da Casa de Usher, serão exibidos filmes produzidos recentemente por diretores ocidentais e orientais lado b, ícones do cinema trash, ficção científica e de horror. Sério, só vendo a programação para se ter uma idéia das pérolas que os meninos descobriram e garimparam. Sessões no Santander, CCMQ e PF Gastal. Como diriam os <em>hipsters</em>, te joga!</p>
	<p>Listinha básica:</p>
	<p>Frostbiten, Anders Banke (primeiro filme de vampiros suecos, ainda por cima é NOVO, de 2006. Ah terei que ver!)<br />
Bubba Ho-tep, Don Coscarelli (a prova cabal de que Elvis não morreu e se encontra num asilo com JFK)<br />
Calafrios, de David Cronenberg (bizarria pornô de Croenenberg. Tsc, tsc, deve ser busca!)<br />
Cronos, Guillermo Del Toro (mesmo diretor de Labirinto do Fauno. Mais uma indício para a teoria de  que os bons diretores fizeram filmes de ficção científica trash no início da carreira)
</p>
]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>É o cara</title>
		<link>http://monstra.blogsome.com/2007/09/21/e-o-cara/</link>
		<comments>http://monstra.blogsome.com/2007/09/21/e-o-cara/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 06:47:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Monstra</dc:creator>
		
	<category>Poesia</category>
		<guid>http://monstra.blogsome.com/2007/09/21/e-o-cara/</guid>
		<description><![CDATA[	Leminsco, querido!
	eu
quando olho nos olhos
sei quando uma pessoa
está por dentro
ou está por fora
	quem está por fora
não segura
um olhar que demora
	de dentro de meu centro
este poema me olha 
	

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	<p>Leminsco, querido!</p>
	<p><em>eu<br />
quando olho nos olhos<br />
sei quando uma pessoa<br />
está por dentro<br />
ou está por fora</p>
	<p>quem está por fora<br />
não segura<br />
um olhar que demora</p>
	<p>de dentro de meu centro<br />
este poema me olha </p>
	<p></em>
</p>
]]></content:encoded>
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